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domingo, 19 de abril de 2026

 


OS GRÃOS DO AGRONEGÓCIO SÃO PARA OS ANIMAIS

 

     Maior parte dos grãos vira ração, e não alimento humano

     Reduzir ou tirar as carnes do cardápio reduz enormemente a demanda por monoculturas e uso de terras. A mudança favorece sistemas agrícolas mais saudáveis e sustentáveis

     A pecuária ocupa 75% das terras aráveis do planeta. Empreendedores e cientistas pensam em formas de substituir carne, leite e ovos (Foto: Gonzalo Martinez/Thinkstock by Getty Images)

     A produção de carnes e outros produtos de origem animal requer extensas áreas e o uso maciço de recursos naturais escassos. A pecuária ocupa 75% das terras aráveis do planeta, principalmente para pastagem e produção de ração – embora seja responsável por apenas 12% das calorias consumidas globalmente. No Brasil, milhões de hectares de vegetação nativa, em ecossistemas como a Amazônia e o Cerrado, foram perdidos para a abertura de pastos e para o cultivo de grãos como a soja, usada predominantemente como ração para animais.

     Um relatório recente feito pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e pela Agência Alemã para a Cooperação Internacional mostrou que a pecuária é o setor da economia brasileira com os maiores custos em termos de perda de capital natural: para cada R$ 1 milhão de receita do setor, R$ 22 milhões são perdidos devido a perda de capital natural e outros danos ambientais. De forma semelhante, estima-se que as operações de abate e processamento de animais custam ao país, em danos ambientais, 371% a mais do que a receita que geram.

     + A multiplicação das demandas: por que a indústria da alimentação está se transformando.

     A possibilidade de reverter o impacto negativo de uma economia ainda centrada no uso de animais, e ao mesmo tempo atender à demanda de uma população crescente e mais afluente, representa um grande desafio. A boa notícia é que uma revolução na forma de consumir e produzir alimentos já está em curso.

     Por um lado, consumidores e governos se conscientizam dos problemas ambientais, éticos, de saúde e econômicos associados a criação de bilhões de animais anualmente, com empresas e investidores cada vez mais conscientes dos riscos da associação direta e indireta a práticas nocivas. Por outro, cientistas e empreendedores no mundo todo estão explorando formas inovadoras de desenvolver substitutos de carnes, leites e ovos. Segundo Eric Schmidt, presidente do Google até 2011, “uma revolução irá ocorrer, na qual as proteínas vegetais irão substituir a carne nas próximas décadas”. De fato, gigantes mundiais do setor já começam a mudar de rumo: recentemente a Tyson Foods, a Maple Leaf Foods e a Unilever fizeram investimentos milionários no mercado de proteínas vegetais e substitutas para carnes.

     + O futuro da comida está na verdade, não em rótulos obscuros, afirma a ativista Francine Lima

     Uma pesquisa recente da Universidade de Oxford mostra também que a redução no consumo de carnes seria também benéfica à saúde de todos e aos cofres públicos: no Brasil, ela poderia economizar mais de R$ 100 bilhões em gastos com saúde e perda de produtividade no trabalho até 2050, quase metade do investimento necessário para expandir os serviços de saneamento e tratamento de água para os 100 milhões de brasileiros que ainda não o possuem. A mudança para dietas vegetarianas e veganas representaria uma economia ainda maior, associada à redução no número de casos de diabetes e doenças cardiovasculares.

     O Brasil corre o risco de perder o bonde da história se demorar para investir nessa mudança – por um lado, estamos comprometendo nosso capital natural, exportando carne e ração barata sem embutir os altos custos ambientais praticados em solo brasileiro; por outro, teremos que importar tecnologia alimentar em um futuro bastante próximo.

     A certeza que temos é de que a mudança para uma alimentação "mais vegana" é essencial para enfrentar esses desafios sociais, éticos e ambientais. A pergunta que segue sem resposta, porém, é: de que lado o Brasil vai ficar?

 

NEGÓCIOS

 

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https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Ra%C3%A7%C3%A3o

 

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Pensamento: O ser é, e não pode não ser e o não ser, não é e não pode ser de modo algum.

 

Parmênides

 

 


EXPORTAÇÃO DE AZEITE DE OLIVA

 

     Azeite brasileiro pode atingir 1 milhão de litros em 2026

Rio Grande do Sul se destaca como maior produtor no país

Kaique Cangirana, da CNN Brasil, São Paulo

26/03/26 às 14:36 | Atualizado 26/03/26 às 14:36

azeites de oliva

     A produção de azeite de oliva no Brasil deve atingir um milhão de litros em 2026, segundo a expectativa do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva). Para o Rio Grande do Sul, o maior produtor, espera-se 800 mil litros desse total, enquanto outras regiões produtoras do país concentram expectativas de produção em 200 mil litros.

     O resultado representa uma reviravolta do desempenho da safra no estado gaúcho e ocorre após dois anos de frustrações de safra desencadeadas por condições climáticas adversas. O volume produzido no país foi prejudicado devido à ciclos desordenados. Neste ciclo, segundo o instituto, o clima favoreceu o desenvolvimento das oliveiras, o que permitiu a recuperação da produção.

Flávio Obino Filho, presidente do Ibraoliva, afirma que o resultado está ligado às condições climáticas registradas ao longo do ciclo. “Tivemos um ano com clima que contribuiu para o desenvolvimento das oliveiras e isso impacta diretamente na produção”, explica.

     Segundo o presidente, o volume indica avanço da atividade no país. “É um crescimento que reforça a presença do azeite brasileiro no mercado e amplia o acesso do consumidor ao produto nacional”, destaca.

     A perspectiva surge às vésperas da 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva, organizada pelo Ibraoliva. A programação inclui uma feira de negócios voltada à olivicultura e a comercialização direta de azeites da safra 2026 por produtores gaúchos.

 

CNN Brasil AGR

 

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Pensamento: Geralmente aqueles que sabem pouco falam muito e aqueles que sabem muito falam pouco.

 

Jean-Jacques Rousseau

 

A VERDADE NA INTERNET

A IA E OS PENSAMENTOS FILOSÓFICOS COMPLEXOS        Defina esse pensamento de um filósofo:   O ser é, e não pode não ser e o não ser, não...

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