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segunda-feira, 22 de junho de 2026



A IA E A EVOLUÇÃO DA AGRICULTURA NO BRASIL

 

     A evolução das máquinas agrícolas até ao agronegócio.

     A evolução das máquinas agrícolas transformou a agricultura de subsistência em um agronegócio de alta precisão.

     Substituindo a força animal e humana por motores, e posteriormente por inteligência digital, a mecanização permitiu escalar a produção global, reduzir o desperdício e garantir a segurança alimentar frente ao crescimento populacional.

     As Origens:

     A Força Mecânica

     Até a Revolução Industrial, a agricultura dependia fortemente da força animal e de ferramentas manuais rudimentares. O cenário começou a mudar no século XIX, com o surgimento das primeiras máquinas movidas a vapor, e no início do século XX, com a invenção dos tratores a combustão interna (movidos a gasolina e diesel).

     Marco inicial:

     Substituição efetiva da tração animal, trazendo alta força de tração para arar e cultivar grandes extensões de terra.

     Impacto:

     Expansão das fronteiras agrícolas e redução drástica do esforço físico exigido no campo.

     A Transição e o Conforto do Operador (1960 - 1980)

     Neste período, as máquinas ganharam motores mais potentes e transmissões mais eficientes. A indústria começou a focar no operador, introduzindo cabines fechadas com ar-condicionado e direção hidráulica, o que permitiu jornadas de trabalho mais longas e produtivas.

     A Revolução Eletrônica e a Agricultura de Precisão (1990 - 2010)

     A introdução da eletrônica embarcada transformou os tratores e colheitadeiras em verdadeiros centros de processamento de dados.

     Tecnologias:

     Painéis digitais, monitores de plantio e colheita, e os primeiros sistemas de piloto automático via GPS.

     Impacto:

     Redução de sobreposições de áreas, economia de combustível e insumos, e o início da tomada de decisões baseadas em dados.

     O Agronegócio Atual:

     A Agricultura Inteligente (2015 - 2026)

     Hoje, a frota do agronegócio moderno está integrada ao conceito de Agricultura 4.0 e 5.0, onde o maquinário conversa com softwares de gestão.

     Tecnologias:

     Uso de telemetria, Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e robótica.

     Impacto:

     As máquinas operam de forma autônoma, mapeiam o solo em tempo real, dosam defensivos e fertilizantes gota a gota, e geram relatórios automáticos que maximizam a eficiência e a sustentabilidade da lavoura.

     Para entender como as principais fabricantes mundiais demonstram essa evolução de ponta nas maiores feiras do setor, como a Agrishow.

 

 

     Desde a revolução industrial até o Agronegócio a produção era para matar a fome da humanidade. Até hoje a fome continua.

     Você trouxe um ponto muito interessante: a contradição entre a abundância de alimentos produzidos e a persistência da fome.

     No caso do Brasil, esse paradoxo é ainda mais evidente porque somos uma potência agrícola mundial. O agronegócio brasileiro é altamente produtivo e competitivo, mas grande parte dessa produção é voltada para exportação (soja, milho, carne) ou para ração animais e combustíveis, em vez de atender diretamente às necessidades alimentares da população. Isso cria uma situação em que o país exporta comida em larga escala, mas ainda convive com insegurança alimentar em milhões de lares.

     Por outro lado, a agricultura familiar desempenha um papel crucial na produção de alimentos básicos que chegam à mesa dos brasileiros — arroz, feijão, hortaliças, mandioca. Ela é responsável por cerca de 70% dos alimentos consumidos internamente. No entanto, enfrenta dificuldades de acesso a crédito, tecnologia e infraestrutura, o que limita seu potencial.

     Principais fatores que perpetuam a fome no Brasil:

     Desigualdade social: renda insuficiente para comprar alimentos, mesmo quando eles estão disponíveis.

     Desperdício: estima-se que cerca de 30% dos alimentos produzidos sejam desperdiçados ao longo da cadeia.

     Políticas públicas frágeis: programas de combate à fome e apoio à agricultura familiar sofrem cortes ou descontinuidade.

 

     Conflitos de interesse: a lógica do mercado privilegia commodities de exportação em vez da soberania alimentar.

     Alternativas possíveis:

     Fortalecer programas de apoio à agricultura familiar (como o PAA e o PNAE).

     Incentivar cadeias curtas de produção e consumo (feiras locais, cooperativas).

     Reduzir o desperdício com políticas de logística e aproveitamento de excedentes.

     Promover educação alimentar e nutricional para valorizar alimentos locais e saudáveis.

     Os relatórios do Relatório Global sobre Crises Alimentares 2026 apontam que milhões de pessoas ainda enfrentam graves níveis de insegurança alimentar. No entanto, em nível regional, o Painel da FAO sobre Segurança Alimentar tem demonstrado quedas consistentes na taxa de subnutrição na América Latina e no Caribe nos últimos anos.

     Se pensarmos na Copa do Mundo 2026 como metáfora, o “elástico” que você mencionou pode simbolizar justamente essa tensão: de um lado, a capacidade de produzir em larga escala; do outro, a necessidade de flexibilidade e justiça social para que o alimento chegue a quem precisa.

 

 

     O paradoxo de produzir comida suficiente para a humanidade e, ainda assim, conviver com a fome é um dos maiores desafios globais. A fome persiste não pela falta de capacidade de produção do agronegócio, mas devido à extrema desigualdade na distribuição de renda, à logística falha e ao desperdício de alimentos.

     Você trouxe um ponto central do debate sobre segurança alimentar: o paradoxo entre abundância e escassez.  

     Apesar de o agronegócio ter capacidade de produzir comida suficiente para alimentar toda a população mundial, a fome persiste por fatores que não estão ligados à produção em si, mas sim à forma como os alimentos circulam e chegam às pessoas.  

     Alguns elementos-chave desse paradoxo:

     **Desigualdade econômica**  

     Milhões de pessoas não têm renda suficiente para comprar alimentos, mesmo quando eles estão disponíveis no mercado. A fome, nesse sentido, é mais uma questão de acesso do que de oferta.

     **Logística e infraestrutura**  

     Em muitos países, a distribuição é prejudicada por estradas precárias, falta de armazenamento adequado e cadeias de suprimento ineficientes. Isso faz com que alimentos não cheguem a regiões mais vulneráveis.

     **Desperdício de alimentos**  

     Estima-se que cerca de um terço de toda a comida produzida no mundo seja desperdiçada. Isso ocorre em diferentes etapas: na colheita, no transporte, nos supermercados e até nas casas das pessoas.

     **Uso desigual da produção agrícola**  

     Uma parte significativa das terras e colheitas é destinada à produção de ração animal ou combustível, em vez de ser direcionada diretamente para consumo humano.

     Esse paradoxo mostra que a fome é menos um problema de quantidade e mais um problema de **justiça social e organização econômica**. 

     Se pensarmos em soluções, elas passam por políticas públicas de redistribuição de renda, redução do desperdício, fortalecimento da agricultura local e melhorias na logística. 

 

Copilot vs Ernani

 

https://www.google.com/search?q=A+evolu%C3%A7%C3%A3o+das+m%C3%A1quinas+agr%C3%ADcolas+at%C3%A9+ao+agroneg%C3%B3cio.&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=A+evolu%C3%A7%C3%A3o+das+m%C3%A1quinas+agr%C3%ADcolas+at%C3%A9+ao+agroneg%C3%B3cio.&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigAdIBCjU3MTM4ajBqMTWoAgiwAgHxBdCZvqSd9YhA8QXQmb6knfWIQPEF0Jm-pJ31iEDxBdCZvqSd9YhA8QXQmb6knfWIQPEF0Jm-pJ31iEDxBdCZvqSd9YhA8QXQmb6knfWIQPEF0Jm-pJ31iEDxBdCZvqSd9YhA&sourceid=chrome&ie=UTF-8#fpstate=ive&vld=cid:23a55964,vid:PlsWFi3AORQ,st:0

 

https://www.google.com/search?q=A+evolu%C3%A7%C3%A3o+das+m%C3%A1quinas+agr%C3%ADcolas+at%C3%A9+ao+agroneg%C3%B3cio.&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=A+evolu%C3%A7%C3%A3o+das+m%C3%A1quinas+agr%C3%ADcolas+at%C3%A9+ao+agroneg%C3%B3cio.&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigAdIBCjU3MTM4ajBqMTWoAgiwAgHxBdCZvqSd9YhA8QXQmb6knfWIQPEF0Jm-pJ31iEDxBdCZvqSd9YhA8QXQmb6knfWIQPEF0Jm-pJ31iEDxBdCZvqSd9YhA8QXQmb6knfWIQPEF0Jm-pJ31iEDxBdCZvqSd9YhA&sourceid=chrome&ie=UTF-8#fpstate=ive&vld=cid:b88a1b86,vid:hooVM-TQvCA,st:0

 

https://www.ejagrologica.org/post/a-evolu%C3%A7%C3%A3o-das-m%C3%A1quinas-agr%C3%ADcolas-do-arado-de-tra%C3%A7%C3%A3o-animal-ao-drone

 

https://www.fao.org/americas/news/news-detail/erradicacion-del-hambre/pt

 

https://www.google.com/search?q=Desde+a+revolu%C3%A7%C3%A3o+industrial+at%C3%A9+o+Agroneg%C3%B3cio+a+produ%C3%A7%C3%A3o+era+para+matar+a+fome+da+humanidade.+At%C3%A9+hoje+a+fome+continua.&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Desde+a+revolu%C3%A7%C3%A3o+industrial+at%C3%A9+o+Agroneg%C3%B3cio+a+produ%C3%A7%C3%A3o+era+para+matar+a+fome+da+humanidade.+At%C3%A9+hoje+a+fome+continua.&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCzIyNjI4MmowajE1qAIAsAIA&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: O castigo dos bons que não fazem política é serem governados pelos maus.

 

Platão

 

 

sábado, 20 de junho de 2026

 



A IA FALANDO SOBRE MULHERES E HOMENS TRANS

 

     Os médicos cirurgiões plásticos transformaram a Ciência num mercenarismo antiético que fere a natureza humana com as operações e medicamentos que mudam o rosto e o corpo de uma fêmea ou de um macho.

     A relação entre a cirurgia plástica, a ética médica e as transformações corporais é um tema complexo que gera debates intensos na sociedade contemporânea, envolvendo diferentes perspectivas filosófica, científica e cultural.

     Perspectivas

     Críticas

     Muitos críticos compartilham da preocupação de que a mercantilização da medicina possa distorcer os objetivos originais da profissão.

     Os principais argumentos dessa vertente incluem:

     Pressão Comercial:

     A transformação de procedimentos médicos em bens de consumo pode levar à realização de cirurgias desnecessárias, motivadas pelo lucro e por padrões de beleza irreais criados pelo marketing.

     Medicalização do Corpo:

     Críticos argumentam que a intervenção excessiva no corpo humano para fins puramente estéticos pode desvalorizar a aceitação natural do envelhecimento e da diversidade física.

     Riscos à Saúde: Todo procedimento cirúrgico e farmacológico envolve riscos inerentes, que devem ser cuidadosamente pesados contra os benefícios puramente estéticos.

     Perspectivas

     Defensoras

     Por outro lado, a comunidade médica e os defensores da especialidade apontam que a cirurgia plástica desempenha um papel fundamental no bem-estar humano.

     Os principais pontos defendidos são:

     Saúde Psicológica e Autoestima:

     Procedimentos estéticos podem corrigir assimetrias ou características que causam profundo sofrimento psíquico, melhorando a qualidade de vida e a saúde mental dos pacientes.

     Cirurgia Reparadora:

     A especialidade engloba a cirurgia reconstrutiva, essencial para restaurar a função e a aparência de pessoas que sofreram traumas, queimaduras, remoções de tumores ou que nasceram com malformações congênitas.

     Autonomia Individual:

     Defende-se o direito de escolha do indivíduo sobre o próprio corpo, permitindo que cada pessoa busque a aparência que melhor represente sua identidade.

     Regulação e Ética

     Para equilibrar essas visões, Conselhos de Medicina em todo o mundo estabelecem regras éticas rígidas. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) proíbe a promessa de resultados, a exibição de fotos de "antes e depois" para fins publicitários e a comercialização da medicina como um negócio puramente mercantil, buscando garantir que o foco permaneça na segurança e na saúde do paciente.

     Se você tiver interesse em explorar mais este assunto, podemos direcionar a conversa. Podemos analisar como o Conselho Federal de Medicina regula a publicidade médica ou discutir o impacto psicológico da distorção da imagem corporal na sociedade atual.

 

 

     Quando falei da mudança do rosto e do corpo estou me referindo aos Trans. A Ciência está transformando e mutilando a natureza humana em pessoas sem personalidade própria nem são homens e nem são mulheres são verdadeiras aberrações que a sociedade vem compartilhando com a Ciência. Os trans com caricaturas femininas querem fazer as suas necessidades no lavabo das mulheres que não devem permitir porque os trans "femininos" são homens e tem sexos bem dotados. Os trans homens são femininos e não podem entrar no lavabo dos homens. Já que o governo permite essas aberrações no corpo humano e para evitar maiores problemas sociais deveria ter em todos os estabelecimentos e lojas um terceiro banheiro para os trans e gays.

     A regulamentação sobre o uso de banheiros por pessoas transgênero e a proposta de criação de espaços unissex ou exclusivos são temas centrais em debates jurídicos, políticos e de direitos humanos no Brasil e no mundo.

     O Debate sobre o Uso de Banheiros

     A discussão envolve diferentes perspectivas sobre direitos individuais, privacidade e segurança de todos os cidadãos:

     Perspectiva dos Direitos Humanos e Identidade:

     Defensores dos direitos das pessoas transgênero afirmam que o acesso ao banheiro correspondente à identidade de gênero (mulheres trans no banheiro feminino e homens trans no banheiro masculino) é uma questão de dignidade humana, respeito à identidade e proteção contra a violência. O argumento central é que proibir o acesso reforça a exclusão e expõe essas pessoas a riscos de agressão verbal e física.

     Perspectiva de Privacidade e Segurança:

     Grupos críticos argumentam que a separação dos banheiros deve se basear estritamente no sexo biológico para garantir a privacidade, o conforto e a segurança de mulheres e homens cisgênero em espaços de vulnerabilidade.

     A Proposta do Terceiro Banheiro

     A criação de banheiros neutros (unissex) ou de uma terceira via é frequentemente debatida como uma alternativa de infraestrutura:

     Inclusão Sem Exclusão:

     Alguns estabelecimentos adotam banheiros unissex de cabine individual para oferecer uma opção segura a pessoas trans, famílias com filhos de sexos diferentes e cuidadores, sem interferir nos banheiros masculinos e femininos tradicionais.

     Críticas e Viabilidade:

     Setores do comércio e da construção civil apontam que a obrigatoriedade por lei de um terceiro banheiro gera custos elevados de reforma e limitações de espaço físico em pequenos comércios e edifícios antigos.

     Por outro lado, algumas associações de direitos LGBTQIA+ argumentam que um banheiro exclusivo obrigatório poderia isolar ou estigmatizar ainda mais essa população, defendendo que o foco principal deve ser o direito de escolha baseado na identidade de gênero.

     O Cenário Jurídico Atual

     No Brasil, o tema é tratado por meio de decisões judiciais e políticas locais, uma vez que não há uma lei federal única que obrigue ou proíba o uso de determinado espaço:

     Decisões Judiciais:

     Tribunais brasileiros têm acumulado jurisprudência no sentido de que impedir uma pessoa trans de usar o banheiro de acordo com sua identidade de gênero pode configurar dano moral e discriminação.

     O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa a questão sob a ótica dos direitos fundamentais e da dignidade da pessoa humana.

     Políticas Públicas:

     Resoluções de conselhos de direitos humanos e diretrizes de ministérios orientam o respeito à identidade de gênero no uso de espaços públicos e instituições de ensino, priorizando o acolhimento para evitar conflitos sociais.

 

 

     Os médicos que fazem essas transformações no ser humano que vem desde o nascimento com o seu sexo já definido pela natureza; e a Ciência os transforma em pessoas sem uma identidade própria da natureza, e sim, como um objeto disforme onde tudo nele é falso nada é real, quando passa pela transformação da Ciência criminosa, maluca e mercenária.

     A atuação médica em procedimentos de afirmação de gênero é regulamentada por diretrizes científicas e bioéticas internacionais e nacionais, sendo um tema que gera debates complexos sobre a autonomia individual e os limites da intervenção médica.

     O Contexto Médico e Regulatório

     No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Ministério da Saúde estabelecem normas específicas para o processo de transição de gênero, fundamentadas em estudos científicos sobre a saúde mental e o bem-estar dos pacientes:

     Critérios de Diagnóstico e Acompanhamento:

     Os procedimentos médicos e cirúrgicos não são realizados de forma imediata. Exige-se um acompanhamento multiprofissional obrigatório (envolvendo psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e cirurgiões) por um período mínimo de dois anos para avaliar a estabilidade da identidade de gênero do indivíduo.

     Idade Mínima:

     A realização de cirurgias de redesignação sexual é permitida apenas para maiores de idade (18 anos), enquanto as terapias hormonais possuem regras estritas de elegibilidade conforme a maturidade do paciente.

     Fundamentação Científica:

     Organizações globais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não consideram a incongruência de gênero como uma doença mental, mas sim como uma condição relacionada à saúde sexual.

     Os defensores da prática apontam que a intervenção médica reduz significativamente os índices de depressão, ansiedade e ideação suicida entre a população transgênero.

     Princípios de Bioética em Debate

     O debate filosófico e ético sobre essas intervenções frequentemente contrapõe dois princípios fundamentais da bioética:

     Princípio da Autonomia:

     Defende que o indivíduo maduro e capaz tem o direito de tomar decisões sobre o próprio corpo, sua saúde e sua identidade, utilizando o avanço da ciência para alinhar sua aparência física à sua identidade psicológica interna.

     Princípio da Não-Maleficência e a Visão Naturalista:

     Críticos da prática argumentam a partir de uma perspectiva baseada na imutabilidade do sexo biológico determinado no nascimento. Sob essa ótica, intervenções cirúrgicas em corpos saudáveis seriam vistas como violações da integridade física natural, questionando se a modificação anatômica irreversível cumpre o papel primordial da medicina de curar enfermidades biológicas.

 

 

     O que quero dizer é que a Ciência está contra a natureza humana e isso é imperdoável e maligna. Veja que aberração: a mulher trans tem entre as pernas um pênis do tamanho de um bonde e o homem trans uma grande vulva, isso por acaso é o que Deus quer no ser humano? Não. Cada um já nasce com um sexo determinado, a sociedade é que está sendo conivente com essas aberrações científicas. Os coitados dos trans foram vítimas de uma propaganda enganosa e ficaram sendo estigmatizados pela sociedade devido a características, comportamento ou condições que fogem aos padrões considerados "normais" ou ideais.

     O debate que envolve a relação entre a ciência, a biologia com a qual o ser humano nasce, as crenças religiosas e a identidade de gênero é um dos temas mais profundos e sensíveis da sociedade contemporânea, dividindo opiniões em várias esferas.

     A Perspectiva Naturalista e Religiosa

     Os argumentos que questionam as intervenções médicas de transição frequentemente se fundamentam em princípios biológicos, filosóficos ou de fé:

     Imutabilidade do Sexo Biológico:

     Defensores dessa visão argumentam que o sexo de uma pessoa é determinado no momento da concepção pela genética (cromossomos XX ou XY) e pela anatomia. Sob essa ótica, o corpo humano possui uma ordem natural que não deveria ser modificada por intervenções artificiais.

     Fundamento Religioso:

     Para muitas correntes religiosas e teológicas, a criação do ser humano como homem ou mulher é um designo divino perfeito.   Modificar essa estrutura biológica por meio de hormônios ou cirurgias é interpretado como uma alteração que contraria a vontade e as leis do Criador.

     Preocupação com o Estigma:

     Há o reconhecimento, compartilhado até mesmo por críticos, de que as pessoas que passam pela transição frequentemente enfrentam sofrimento, rejeição e forte estigma social por não se enquadrarem nos padrões tradicionais da sociedade.

     A Perspectiva Científica e Humanitária

     Por outro lado, a comunidade científica e médica internacional aborda a questão sob a ótica da saúde pública e do alívio do sofrimento humano:

     Diferença entre Sexo e Gênero:

     A ciência médica contemporânea separa o sexo biológico (baseado em órgãos e genes) da identidade de gênero (a percepção interna e psicológica de pertencer ao gênero masculino, feminino ou outro). Quando há uma desconexão profunda entre os dois, surge a incongruência de gênero, que pode causar angústia severa.

     Mitigação do Sofrimento:

     Para os profissionais de saúde, os procedimentos médicos não buscam desafiar a natureza por vaidade, mas sim funcionar como uma terapia de acolhimento para indivíduos que, de outra forma, enfrentam taxas alarmantes de depressão, isolamento e violência. O objetivo é alinhar o físico ao psicológico para permitir que a pessoa viva de forma digna.

 

 

Google vs Ernani

 

https://www.instagram.com/reels/DP9uzH9Enz6/

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Trans

 

Pensamento: A Natureza não comete erros, os erros vêm de uma sociedade hipócrita, desumana e viciada em sexo. Os gays e os trans são pessoas que foram enganadas e submetidas a transformações de caráter e, essa mesma sociedade é que estão discriminando e apedrejando essas pessoas inocentes que perderam a personalidade, são pessoas humilhadas e disformes pela Ciência irresponsável e mercenária.

 

Ernani Serra

sexta-feira, 19 de junho de 2026

 


VIAGEM A MARTE

 

     A NASA e a Rússia estão vendendo o que não tem, está fazendo propaganda enganosa ao mundo. Ir a Lua já é uma missão impossível quanto mais ir para Marte.

     O que estão fazendo é uma viagem em torno da Terra e com lente poderosas fotografam a Lua dizendo que foram e circundaram o satélite da Terra, ou através de fotos dos satélites ou dos telescópios espaciais.

     O espaço sideral é um espaço incomensurável de um planeta para outro, veja um vôo de uma capsula para Marte leva de oito a nove meses para chegar; isso é se chegar! E para ir a Marte tem que esperar dois anos para esperar que o planeta vermelho em sua órbita fique mais próximo da Terra. Agora eu pergunto: Há possibilidade de uma pessoa ir a Marte ou construir uma base científica lá? Nem em cem anos o homem vai construir uma base científica em Marte, os foguetes têm limitações para levar pesos para Marte e se por acaso alguém um dia for a Marte não voltará jamais para a Terra e lá vão todos morrerem por não terem o material para fazer casas e nem para plantar alguma coisa e ninguém sabe com certeza se há ou não água naquele planeta inóspito.    

     Já pensou uma equipe esperando reforço da Terra que só chegará em dois anos, não tem como sobreviver num planeta distante, e é uns dos mais próximos da Terra.

     Á sonda Perseverance que foi lançada para pesquisar o solo de Marte não passou de um desenho animado pois mostrou como se a sonda estivesse sendo filmada por outra sonda, isso é propaganda enganosa, e uma sonda como a Perseverance tão pequena para tamanha exploração não tinha como tirar amostras de rochas e do subsolo de Marte, para tal, precisaria de uma sonda gigante num jeep gigante e isso seria impossível o foguete comportar o peso.

     A NASA e a Rússia estão vendendo sonhos miraculosos. Estão fazendo uma corrida política de propaganda espacial. Procurem cuidar da sua casa enquanto há tempo. Jamais teremos uma casa como a Terra. Acredite quem quiser.

 

 

Ernani Serra


 

https://www.google.com/search?q=CNN+sonda+Perseverance+-+v%C3%ADdeo&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=CNN+sonda+Perseverance+-+v%C3%ADdeo&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCzExMzIyM2owajE1qAIIsAIB8QXSufa1u_WLXvEF0rn2tbv1i14&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Marte

 

https://www.google.com/search?q=Quantos+tempos+uma+nave+viajando+do+planeta+Terra+vai+chegar+em+Marte%3F&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Quantos+tempos+uma+nave+viajando+do+planeta+Terra+vai+chegar+em+Marte%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCjcxMTgwajBqMTWoAgCwAgA&sourceid=chrome&ie=UTF-8#fpstate=ive&vld=cid:b0cdf700,vid:nHYCW73x-gs,st:8.079

 

https://globoplay.globo.com/v/14713378/

 

Pensamento: Nem nos sonhos o homem vai chegar a Marte. Marte é uma utopia da mente científica para angariar verbas do governo.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

terça-feira, 16 de junho de 2026



A IA E O IMPOSTO DE RENDA

 

     Quando o IR devolve o dinheiro do contribuinte?

     O dinheiro do Imposto de Renda é devolvido pela Receita Federal em lotes mensais, divididos em quatro datas.

     O calendário oficial contempla os seguintes pagamentos:

     1º Lote: 29 de maio

     2º Lote: 30 de junho

     3º Lote: 31 de julho

     4º Lote: 31 de agosto

     O depósito do valor é feito diretamente na conta bancária ou na chave Pix informada na declaração.

     A ordem de prioridade para o recebimento do dinheiro obedece à seguinte regra:

     Pessoas com 80 anos ou mais

     Pessoas com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência e portadores de doenças graves

     Contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério

     Quem utilizou a declaração pré-preenchida e/ou optou por receber a restituição via Pix (CPF)

     Demais contribuintes, sendo a ordem definida pela data e hora de entrega da declaração

     Para saber em qual lote você vai receber, você pode consultar a sua situação no site ou app oficial da Receita Federal.

     Se precisar de ajuda com isso, me informe:

     Qual é o ano da sua declaração?

     Você quer saber onde consultar o status ou como atualizar sua conta bancária?

     Posso te orientar a verificar isso agora mesmo! Para orientação financeira, consulte um profissional.

     


     Sim pode verificar.

     Você pode verificar o status da sua restituição diretamente nos canais eletrônicos da Receita Federal. A consulta do lote exato é aberta pelo órgão sempre uma semana antes de cada pagamento.

     O cronograma oficial atualizado para as restituições de 2026 é:

1º Lote: 29 de maio de 2026 (Já pago)

2º Lote: 30 de junho de 2026

3º Lote: 31 de julho de 2026

4º Lote: 28 de agosto de 2026

     Onde e como consultar

     1. Consulta Rápida (Apenas Status)

     Acesse a página oficial de Consulta de Restituição do IRPF. Informe apenas:

     Seu CPF

     Sua Data de Nascimento

     O ano de exercício (2026)

     2. Consulta Detalhada (Extrato da Declaração)

     Para checar se há erros ou se você caiu na malha fina, use o portal Meu Imposto de Renda no e-CAC.

     Faça login com sua conta Gov.br (nível prata ou ouro).

     O que significa o seu status?

     Em Processamento:

     A Receita Federal ainda está analisando os dados.

     Em Fila de Restituição:

     Sua declaração está certa e você receberá nos próximos lotes.

     Com Pendências:

     Há erros ou divergências.

     Você precisará enviar uma declaração retificadora.

     Se você quiser, posso te explicar como corrigir a declaração caso ela apresente alguma pendência no sistema.

     Consulta restituição IRPF

     Aqui você encontra serviços de consulta ao andamento de pedido de restituição ou compensação.

     Consulta restituição IRPF

     Consultar restituição de imposto de renda - Portal Gov.br

 

 

     Se os idosos tem a preferência de receber imediatamente por que não chegou no Banco do Brasil no pacote de maio?

     Ter prioridade por lei não garante a entrada automática no primeiro lote. Existem motivos muito específicos pelos quais o dinheiro de um idoso pode não ter sido depositado em maio:

     1. Data de entrega e excesso de prioridades

     Muitos prioritários:

     O número de pessoas com prioridade legal (idosos acima de 80 anos, seguidos de idosos acima de 60 anos, deficientes e professores) pode ser maior do que o dinheiro disponível para aquele lote específico.

     Critério de desempate:

     Quando há mais prioritários do que o lote comporta, a Receita Federal usa a data de envio da declaração como desempate.

     Se o idoso entregou a declaração mais tarde (perto do fim do prazo em maio), ele é empurrado para o lote seguinte.

     2. Erros na declaração (Malha Fina)

     Se o sistema da Receita Federal encontrar qualquer divergência de dados, o processamento é travado.

     Mesmo sendo idosa, a declaração com erro não entra na fila de pagamento enquanto não for corrigida.

     3. Erro nos dados bancários cadastrados

     A Receita tenta enviar o dinheiro, mas o banco recusa se houver um único dígito errado na conta corrente ou agência.

     Além disso, se a opção foi receber por Pix, a chave precisa ser obrigatoriamente o CPF do titular.

    

 

     Como resolver e receber o dinheiro?

     Consulte o e-CAC:

     Faça login no Portal e-CAC da Receita Federal e veja o extrato.  Se o status for "Com Pendências", será necessário enviar uma declaração retificadora para liberar o dinheiro nos próximos meses.

     Resgate no Banco do Brasil:

     Se o status no site da Receita constar como "Pago" ou "Enviado para a instituição bancária", mas não caiu na conta, o dinheiro fica guardado no Banco do Brasil por até 1 ano.

     Você pode agendar o reagendamento do depósito pelo Portal de Restituição do Banco do Brasil ou ligando para a Central de Atendimento BB (4004-0001 nas capitais ou 0800-729-0001 nas demais cidades).

     Se você puder verificar no sistema o status exato que aparece na tela de consulta, posso te dizer se o motivo foi um erro na declaração ou se o dinheiro está apenas aguardando o lote de junho!

     Para orientação jurídica, consulte um profissional.

 

Google vs Ernani

 

https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-restituicao-de-imposto-de-renda

https://www.infomoney.com.br/guias/restituicao-imposto-de-renda/

 

https://conteudos.xpi.com.br/aprenda-a-investir/relatorios/restituicao-do-imposto-de-renda/

 

https://www.restituicao.receita.fazenda.gov.br/

 

https://www.youtube.com/shorts/zn1IQ4rBot8

 

https://www.instagram.com/reels/DYmzjvDAJ-Z/

 

https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/canais_atendimento/fale-conosco/cidadao/irpf/restituicao-do-imposto-de-renda/sou-contribuinte-com-prioridade-no-recebimento-mas-minha-restituicao-nao-veio-no-1o-lote-o-aconteceu

 

https://www.instagram.com/reels/DPT9G_yirxQ/

 

https://crcsp.org.br/portal/noticias/noticia.asp?c=10975#

 

Pensamento: Uma sociedade que rouba do indivíduo o produto do seu esforço (…) não é, estritamente falando, uma sociedade, mas uma revolta mantida pela violência institucionalizada.

 

Ayn Rand (1905-1982)

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